Modelos de rotação do ensino híbrido: estações de trabalho e sala de aula invertida

Autores

  • Pricila Rodrigues de Souza Senai Amazonas
  • Maria do Carmo Ferreira de Andrade Senai Amazonas

DOI:

https://doi.org/10.18624/e-tech.v9i1.773

Palavras-chave:

Ensino Hibrido. Rotação por Estações de Trabalho. Sala de Aula Invertida. Aprendizagem online.

Resumo

Este artigo tem por objetivos apresentar estudos de casos que abordam o conceito de Ensino Híbrido e dois de seus modelos: modelo de rotação por Estações de Trabalho e o modelo de Sala de Aula Invertida, além de engajar docentes para o planejamento de suas próprias experiências com ensino híbrido. A temática abordada neste trabalho é considerada uma tendência de ensino em todo mundo, tanto pela combinação da aprendizagem on-line e off-line, como por apresentar aos docentes a implementação de estratégias direcionadas para a personalização do ensino. A metodologia adotada consistiu na coleta da literatura pertinente ao tema no Brasil e em outros países, com as definições, características, experiências e sugestões de sites para aprofundamento dos dois modelos de ensino híbrido, para que o leitor possa conhecer este relevante tema, caso decida por uma possível implementação dos modelos. Como resultado, a pesquisa mostra que os processos de ensino e aprendizagem tradicionais não respondem mais às demandas do mundo contemporâneo, muito menos ao perfil do aluno do século XXI, e discute o surgimento do ensino híbrido, ou Blended Learning, em que blend, na língua inglesa, significa combinar, misturar, ou seja, um modelo de ensino e aprendizagem que combina ensino presencial (tradicional) e ensino on-line (e-learning) como uma possibilidade que responda a uma demanda. Assim, ressalta-se que o termo blended learning, ou b-learning, está relacionado a um ensino semipresencial, ou ensino híbrido, como nova forma de ensinar e aprender, uma convergência do ensino virtual com o presencial, redimensionando o ensino tradicional.

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Biografia do Autor

Pricila Rodrigues de Souza, Senai Amazonas

Graduada em Engenharia Industrial Elétrica pelo Instituto de Tecnologia da Amazônia (UTAM). Mestranda do Curso de Mestrado Profissional em Ensino Tecnológico pelo Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Amazonas (IFAM). Especialista em Docência na Educação Profissional e Tecnológica pelo SENAI/CETIQT – RJ. Pós-graduada em Docência do Ensino Profissionalizante pelo Centro Federal de Tecnologia do Amazonas (CEFET-AM), atualmente IFAM. Licenciada pelo Programa de Licenciatura Plena – Programa Especial de formação de Formadores de Educação Profissional pela Universidade de Santa Catarina. Atualmente docente atuante no SENAI – Departamento Regional do Amazonas.

Maria do Carmo Ferreira de Andrade, Senai Amazonas

Graduada em Pedagogia, especialista em Psicopedagogia pela Faculdade Martha Falcão (2003/2004) onde também atuou como docente nos cursos de Pedagogia, Ciências Contábeis, Serviço Social e orientadora de Estágio Supervisionado no curso de Pedagogia. Atuou como missionária na Guináe Bissau – África Ocidental na década de 90. Possui experiência em gestão, supervisão e orientação educacional. Foi gestora educacional no período de 1980 – 89 e 2007 a 2010 - Educação Básica na iniciativa privada em Manaus Amazonas. Atualmente atua como pedagoga no SENAI/AM. É aluna do Mestrado Profissional em Ensino Tecnológico do Instituto Federal, Ciência e Tecnologia do Amazonas - IFAM e investiga sobre a Formação de Professores para o Ensino Profissional mediado pela Metodologia por Competência.

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Publicado

2016-07-29

Como Citar

Souza, P. R. de, & Andrade, M. do C. F. de. (2016). Modelos de rotação do ensino híbrido: estações de trabalho e sala de aula invertida. Revista E-Tech: Tecnologias Para Competitividade Industrial - ISSN - 1983-1838, 9(1), 03–16. https://doi.org/10.18624/e-tech.v9i1.773

Edição

Seção

Educação inovadora